OBESIDADE: ASSUNTO SÉRIO

Para a Organização Mundial da Saúde, a obesidade ganhou proporções epidêmicas.


        Há muito tempo a obesidade deixou de ser uma preocupação         estética e sua implicação com a saúde se tornou um fator que vai         para além da auto-estima. Ela já alcançou proporções epidêmicas         globais e preocupa cada vez mais os governos e órgãos         internacionais de saúde.Dados da Organização Mundial da Saúde         (OMS) de 2004,  constantes do documento intitulado Doenças         crônico-degenerativas e obesidade: Estratégia mundial sobre         alimentação saudável, atividade física e saúde, alertam para         questões relevantes, como a relação da  obesidade como causa
        de  inúmeras doenças, dentre elas diabetes tipo 2, cardiopatia,         acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e certos tipos de         câncer. O documento foi apresentado neste ano na Assembléia         Mundial da Saúde.

As facilidades da vida moderna são apontadas como vilãs desse quadro, já que a nutrição inadequada e o sedentarismo estão inseridos, atualmente, no dia-a-dia da maior parte da população. Surpreendentemente, esses maus hábitos não são privilégio dos países desenvolvidos; eles estão em franco crescimento nos países em desenvolvimento, especialmente nos mais pobres, acarretando um forte ônus para os cofres públicos, pois os tratamentos das doenças decorrentes da obesidade costumam custar caro aos governos.


NO BRAZIL

Atualmente, 70 milhões de brasileiros, ou cerca de 40% da população, estão acima do peso ideal. O excesso de peso também é responsável por 80 mil mortes por ano, em média, no País. Se considerarmos que a obesidade é uma doença que vem se alastrando entre crianças e adolescentes, em pouco tempo esses números também estarão mais gordos. De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a obesidade nessa faixa etária, no Brasil, cresceu 240% nas últimas duas décadas. Ao mesmo tempo em que se apresentam estatísticas tão preocupantes no Brasil, o País se redime diante de pesquisas científicas de ponta, que trazem boas notícias para os obesos ou candidatos à obesidade.


Um desses trabalhos é coordenado por Jocelem Salgado, professora titular em Nutrição Humana da USP, em que a pesquisadora incrementa um suplemento alimentar de acordo com o padrão de aminoácidos recomendado pela OMS. Jocelem — que há 30 anos coordena uma equipe de pesquisadores titulados pela USP e pela Unicamp em pesquisas nutricionais, especialmente na área de emagrecimento — lembra que, desde o início da década de 80, quando a obesidade ainda não era reconhecida como epidemia mundial pela OMS, já havia a preocupação com os comprometimentos que o sobrepeso traria à saúde pública. Desde então, iniciaram pesquisas para buscar soluções que contribuíssem com a reeducação alimentar e a conseqüente perda de peso dos obesos, com resultados concretos e definitivos, além de manter uma alimentação balanceada.


Totalmente contrária às dietas restritivas e regimes de fome, que surgem principalmente no “pré-verão”, a pesquisadora alerta: “O que faz perder peso é a reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos, ‘dietas milagrosas’ são tão voláteis quanto seus resultados”. O segredo para emagrecer é saber o que, como e quanto comer. As principais estratégias para se chegar ao peso ideal, garante a pesquisadora, é fracionar as refeições em 5 a 6 porções ao dia; comer devagar e mastigar bem os alimentos; aumentar o consumo de frutas, verduras e grãos integrais; reduzir o consumo de alimentos gordurosos, salgados e doces; moderar o consumo de bebidas alcoólicas e abusar do consumo de água, pelo menos 8 a 10 copos por dia.


Para facilitar a adesão às modificações alimentares propostas, Jocelem orienta que a dieta seja complementada por alimentos ou suplementos ricos em fibras e com nutrientes equilibrados, que, além de proporcionarem menos calorias, aumentam a saciedade de quem precisa emagrecer. “Só quem tem quilos a mais, adquiridos com anos e anos de boa mesa, sabe o quanto é difícil comer menos, certo e na hora correta. O estresse de comer pouco é o principal fator de fracasso dos programas de reeducação alimentar, por isso, alguns complementos alimentares podem funcionar muito bem como coadjuvantes das estratégias propostas”.


ALHO: UM SANTO REMÉDIO

As cerca de 88 espécies de alho que existem no mundo ajudam o homem há muitos anos a dar força física, curar-se da gripe, tratar dor de cabeça, etc. O alho possui propriedades antivirais, antibacterianas e antifúngicas. Ele também estimula o hormônio do crescimento, fortalece o sistema imunológico, ajuda a remover a amônia, deixa mais flexíveis os vasos sangüíneos, diminui o colesterol LDL... Só um cuidado: não o deixe muito tempo no calor, pois essas propriedades podem se perder.


ALIMENTAÇÃO ANTICÂNCER EXCLUI CARNES VERMELHAS E QUEIJOS

Pessoas portadoras ou com propensão às doenças cancerígenas se beneficiam com a retirada das carnes vermelhas, dos alimentos gordurosos e os laticínios como: o queijo e o leite integral.Confira estas dicas:

1- Comer verdes e frutas em profusão bem como farelos de cereais, principalmente farelos de trigo e de feijão seco. O chá verde e o leite com baixo teor de gordura, também são indicados.

2- Evitar beber álcool

3- Os peixes, como enguia e cavalinha são ricos em Omega 3, o que ajuda a evitar o câncer

4- Os produtos muito salgados e defumados devem ser evitados.

5- Deve-se comer pães naturais e integrais, sem manteiga ou margarina, assim como evitar óleo de milho, escolhendo o azeite de oliva, canola ou óleo de linhaça.

6- Brócolis, tomate, cenoura, laranja e cebola nunca são demais. Alho cru ou cozido também é muito bom.

7- Escolher frutas coloridas, tais como morangos, melancia e laranja.

8- As castanhas do Pará – fontes de selênio, as nozes – fonte de ácido elágico e as amêndoas – fontes de ácido oléico, são imprescindíveis. Contudo, não se deve comê-las em excesso para evitar o ganho de peso. As pessoas mais magras têm menos propensão ao câncer.

·Fonte: Dra. Sylvana Braga, médica especializada em medicina celular, ortomolecular e reumatologia, faz parte do Hospital das Clínicas.


IOGURTE: BOM ALIADO

Além de ser de boa digestão, o iogurte é fonte de proteínas, cálcio, zinco e vitaminas


Natural, de frutas, de chocolate. Esses são apenas alguns dos sabores de iogurtes oferecidos nas prateleiras de supermercados. Muito saborosa, a bebida ganha mais importância quando faz parte de uma dieta saudável ou de emagrecimento. "O iogurte é produzido a partir das misturas de microorganismos 'streptococus thermophilus' e 'lactobacillus bulgaricus', que consomem a lactose, o açúcar do leite, e proporcionam energia, eliminando o ácido lático", comenta Flávia Morais, nutricionista do Mundo Verde, franquia de produtos naturais. Por ser um leite coalhado, o iogurte preserva os nutrientes da bebida pura, porém com menos lactose, o que o transforma em alimento de fácil digestão. "Os iogurtes são fontes de proteínas, cálcio, zinco, vitaminas A e do complexo B", salienta.


Mesmo sendo um alimento rico em proteínas, o iogurte não deve ser ingerido em excesso - principalmente aquele de sabor de chocolate -, por ser muito calórico. Flávia comenta que o ideal é consumir um pote de 200ml por dia, e de preferência natural ou de frutas. "Esses são os mais saudáveis e menos calóricos. Os de chocolate, preferidos pelas crianças, devem ter o seu consumo controlado, evitando a obesidade infantil", ressalta a especialista.


O iogurte ajuda também na produção de anticorpos, hormônios e enzimas, importantes para o metabolismo, contribuindo para reforçar o sistema imunológico e, conseqüentemente, retardar o envelhecimento. A bebida contribui ainda para o fortalecimento dos ossos e do sistema nervoso. "Além desses benefícios, o consumo regular de iogurte beneficia a saúde da pele, da visão, das unhas e dos cabelos, por ter em sua composição a vitamina A, enquanto as vitaminas do complexo B proporcionam a produção de energia e oxigenação das células", finaliza a nutricionista.


LAXANTES NATURAIS

Alguns alimentos são muito ricos em fibras e podem ajudar a controlar o intestino preguiçoso.

Farelos de arroz e de trigo, ameixas secas, legumes crus, batatas com casca e alimentos integrais em geral, ajudam o intestino a funcionar melhor. Uma dica é tomar sempre muitos líquidos, que ajudam a lubrificar. “Também é importante mastigar os alimentos com calma, praticar exercícios físicos com regularidade e reservar um tempo diário para “educar” o intestino”, explica a nutricionista Jocelem Salgado.


Você sabia que proteína demais faz mal?

Tudo o que é em demasia faz mal. Muita proteína provoca sobrecarga da função hepática, além de problemas renais severos, como pedras nos rins e dificuldade de reabsorção de água e conseqüente desidratação. “Por isso, é essencial balancear proteínas com carboidratos, vitaminas e minerais”, explica a nutricionista Jocelem Salgado.


DESDE CRIANÇA

Educação alimentar: uma forma saudável de ver a vida

Sanduíche, doces e refrigerante. Se há alguns anos esta era a alimentação típica da criançada na escola, hoje as coisas já não são bem assim. Preocupadas com o nível de obesidade dos alunos e outras conseqüências que uma má alimentação pode acarretar, muitas escolas proíbem a venda de frituras, guloseimas e refrigerantes em suas cantinas. Uma medida que, a princípio, agrada mais aos pais do que aos alunos, mas que aos poucos garante a mudança de hábitos, e uma vida mais saudável aos estudantes.

Na Escola Carlitos, em São Paulo, a preocupação com a educação alimentar ultrapassa os limites da cantina. Ela é levada pra dentro da sala-de-aula, onde os alunos debatem sobre a importância de ter uma vida saudável e os riscos da obesidade, diabetes e outras doenças causadas por uma alimentação inadequada. Os pais de alunos também recebem um livro de educação alimentar para dar continuidade em casa ao processo iniciado na escola.

O resultado de tanto esforço surpreende. Pode parecer mentira, mas na Escola Carlitos, a salada verde do almoço faz o maior sucesso entre a garotada. A escola oferece refeição balanceada aos alunos que estudam em período integral e sempre tem uma série de legumes e hortaliças no cardápio. Outra iniciativa de sucesso é a grande mesa de frutas que fica à disposição dos alunos de 5a a 8a série . Muitos dos que diziam não gostar de frutas acabaram não resistindo ao agrado e hoje já incorporaram o hábito. ‘Às vezes a criança não gosta de determinado alimento e a família acaba deixando de oferecê-lo. Na escola, o aluno vê outros colegas comendo e isto se torna um estímulo pra ele experimentar’ explica a coordenadora pedagógica da escola, Isabel Moniz.


ÉPOCA DE ABUSAR DOS SUCOS DE FRUTAS

No verão, quem resiste a um bom copo de suco de frutas?

Os sucos são uma forma prática e gostosa de consumir boas quantidades de vitaminas e minerais, mesmo para quem não tem o hábito de comer frutas in natura.

Segundo a nutricionista Flávia Abdallah, consultora nutricional da rede Hortifruti, “há sucos para todos os gostos e necessidades. Há os que melhoram a nossa disposição, os que acalmam, os antioxidantes, os refrescantes e muitos outros. E, num país com tantas variedades de frutas, como o nosso, não há motivos para não tomar muito suco”.

Muita gente diz que não toma sucos de frutas por não querer ter o trabalho de descascar, bater, coar ou, ainda, por não saber que frutas combinar para criar sucos diferentes, que saiam dos tradicionais laranja, limão, maracujá e uva. Agora não tem mais esta desculpa:


Suco de pêra com abacaxi
Extremamente refrescante, é a combinação rara de duas frutas muito consumidas no Brasil. A pêra, originária da Europa, onde é chamada de fruta manteiga, por sua textura macia e sabor delicado, é rica em água e vitaminas do complexo B, que regulam o sistema nervoso e o aparelho digestivo. Também possui vitaminas A e C e minerais que contribuem para a formação dos ossos e dentes. As pêras ainda são ricas em fibras, que auxiliam o funcionamento intestinal e a absorção de nutrientes. Em conjunto com o abacaxi, fruta nativa da América do Sul, rica em fibras solúveis, que ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue, este suco é uma opção muito saudável e refrescante.
Valor calórico: 110 kcal em 100 ml de suco (sem açúcar).

Suco de maçã com abacaxi
Existe uma frase muito divulgada nos Estados Unidos que diz: “one apple a day keeps your doctor away”, ou seja, “uma maçã por dia mantém você longe dos médicos”. Além de conter pectina, uma fibra solúvel que dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol, a maçã tem ação diurética, ou seja, o potássio contido na polpa da fruta elimina o sódio e, conseqüentemente, o excesso de água do corpo. Em conjunto com o abacaxi, fruta rica em fibras solúveis, o que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue, este suco é uma opção muito saudável, refrescante e de baixo teor calórico.
Valor calórico: 53 kcal em 100 ml de suco (sem açúcar).

Suco de açaí, banana e guaraná
O açaí é uma palmeira do norte do Brasil, típico da região amazônica, chegando até a países vizinhos como Guiana e Venezuela. Por seu alto valor energético, é indicado para pessoas que praticam atividade física, para ser consumido logo após os exercícios. Deve ser evitado por pessoas em dieta hipocalórica, já que 100g da fruta fornecem 247kcal. O guaraná, também nativo da Amazônia, tem em suas sementes cafeína, água, amido, ácido tânico, fibra vegetal, cálcio, ferro, fósforo, potássio, tiamina e vitamina A. Esses componentes dão ao guaraná uma ação incomparável como estimulante do sistema nervoso central, tendo, ainda, ação benéfica sobre o estômago e o intestino, livrando-os de toxinas e fermentações.

A cafeína, teobromina e teofilina causam um efeito diurético e estimulante, diminuindo o cansaço. Deve ser consumido com cautela porque, quando usado por um período prolongado ou excessivo, pode inibir a capacidade restaurativa do organismo e diminuir a absorção de nutrientes pelo intestino. A banana, talvez a fruta mais popular e consumida do Brasil, é conhecida como excelente fonte de potássio, sendo indicada para evitar cãibras. Mas a banana também é rica em carboidratos e minerais como sódio, cloro, fósforo, magnésio, enxofre e cálcio, além das vitaminas A, B1, B2, C e niacina. A potente combinação dos três ingredientes faz desse suco uma verdadeira refeição.
Valor calórico: 410 kcal em 100 ml de suco (sem açúcar).

Suco de laranja, beterraba e cenoura
A laranja é uma das frutas mais populares no Brasil e está geralmente associada à vitamina C, antioxidante que protege as células contra danos causados pelos radicais livres (produzidos no organismo com a queima de oxigênio). Uma laranja de tamanho médio contém cerca de 70mg desta vitamina. Mas a laranja não é apenas fonte de vitamina C. Ela tem ainda quantidades menores de outras vitaminas e minerais como betacaroteno, tiamina, folato e potássio.

Já a beterraba é o vegetal que possui o maior índice de açúcar, cerca de 50 kcal por xícara. Quando usada em sucos naturais, fornece boas quantidades de carotenóides, responsáveis pela cor vermelha e antioxidantes, ou seja, ajudam a evitar que o colesterol ruim se acumule nas paredes das artérias. As beterrabas cruas são ainda uma excelente fonte de ácido fólico, uma vitamina do complexo B muito importante para as mulheres grávidas e para aquelas que pensam engravidar. Esta vitamina, além de importante para evitar um tipo de anemia, diminui significativamente o risco de o feto desenvolver uma malformação da medula espinhal.

A cenoura é uma grande fonte de betacaroteno, que se converte em vitamina A no organismo humano. Essa vitamina é essencial para a visão, a integridade da pele e das mucosas. Combinando esses três ingredientes, temos um suco extremamente nutritivo e que só deve ser evitado por diabéticos, devido à alta concentração de açúcar na beterraba.
Valor calórico: 90 kcal em 100 ml de suco.

Suco de goiaba
Mais consumida in natura ou na forma de doces e compotas, a goiaba é uma excelente opção para sucos. Aliás, o suco de goiaba já é bastante difundido no nordeste brasileiro. As goiabas têm quase cinco vezes mais vitamina C do que as laranjas. Comparando, 100 g de goiaba contêm 275 mg de vitamina C, ao passo que a mesma quantidade de laranja fornece 57mg. A fruta é ainda uma boa fonte de potássio e ferro. Por conter apenas 60 calorias, em média, a goiaba é uma sobremesa prática, deliciosa e de poucas calorias. Pode ser consumida inteira ou em pedaços, sozinha ou em saladas de frutas.
Valor calórico: 50 kcal em 100 ml de suco.

Suco de melancia com morango
Embora constituída em sua maior parte de água, a melancia é muito nutritiva, pois fornece vitaminas A e C, potássio e licopeno, um antioxidante natural que auxilia no combate de doenças como o câncer de próstata. Uma porção de 100 g de melancia contém apenas de 25 a 30 calorias. Também pouco calórico, seja do tipo selvagem ou híbrido, o morango é uma excelente fonte de vitamina C, folato e potássio. Também possui muitas fibras e pode prevenir diversos tipos de câncer. Esse suco, além de combinar duas frutas de baixíssimo teor calórico, é uma opção mais que refrescante para os dias de calor.
Valor calórico: 50 kcal em 100 ml de suco.

Fonte: Hortifruti - (11) 5093-0301

Morangos são guarda-costas do bom colesterol

Talvez muitas pessoas ainda não saibam, mas os antioxidantes encontrados em frutas e vegetais que contém vitamina C e vitamina E são excelentes para combater o colesterol. A vitamina C combate o colesterol de duas formas importantes: age como guarda-costas dos HDLs que constantemente limpam as substâncias nocivas de suas artérias. E as vitaminas C e E bloqueiam a transformação do colesterol LDL, que destrói as artérias. Por exemplo, ao comermos uma xícara de morangos e uma xícara de laranjas, podemos aumentar em 11% o HDL (bom colesterol).

       Estudos mostram que em uma pessoa que ingere gorduras, mas        associadas às vitaminas C e E, a destruição das artérias é bem        menor do que quem ingere gorduras isoladamente. “As vitaminas
       C e E proporcionam ao corpo munição suficiente para bloquear a        ação dos radicais livres e frustrar a capacidade dos LDLs de se        infiltrar nas artérias”, explica Sylvana Braga, especializada em        medicina celular, ortomolecular e reumatologia, do Hospital das        Clínicas. Portanto, nada melhor do que acrescentar na alimentação        diária, frutas como morangos e laranja.

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